De forma breve, contextualizamos nossa história de mobilização, organização e ação. Somos um coletivo diverso e de muitas frentes, vinculado ao Diretório Nacional do PT, via Secretaria de Relações Internacionais. Nossa trajetória de luta vai desde o Impeachment da presidenta Dilma, em 2016, passando pela Campanha Lula Livre, e pelo imperativo do Fora Bolsonaro. Nosso primeiro coletivo de luta, Amig@s da Democracia Barcelona, data de março de 2016 e agregou pessoas de várias tendências de esquerda. A partir daí, formou-se um ‘subgrupo’, Comitê pela Anulação do Impeachment Barcelona. Em continuidade ao assalto à democracia e aos direitos sociais brasileiros, foi recrudescendo o golpe jurídico, político e midiático, que culminou na prisão e no impedimento da candidatura de Lula e na eleição atípica de Bolsonaro, em 2018. Frente às ameaças e ataques ao nosso povo, ao nosso país e as nossas instituições democráticas, mudamos o foco e o nome do grupo para Comitê Lula Livre Barcelo...
Quero dar a minha breve contribuição analisando o evento passado. Muitos de nós soubemos que o Lula alargou a sua estadia, visitando a Sagrada Família no domingo, e somente ficamos sabendo através das redes sociais. Fato que deixou muitos de nós decepcionados, porque havia o desejo de fazer-lhe uma surpresa no hotel como despedida e, também, dar um abraço em um dos presidentes mais admirados — e também porque é o nosso Lula, não é mesmo? Mas Lula evita esse encontro com a sua base em todas as visitas internacionais e até mesmo no Brasil. Ele não consegue olhar nos olhos dos trabalhadores e do povo, pois tem conhecimento de que este governo tem falhado e não tem atendido a todas as reivindicações pelas quais foi eleito pela terceira vez. Não elegemos Lula para visitar um evento como este do fim de semana, que reunia sionistas, setores burgueses e colonialistas europeus, como se eles pudessem dar uma resposta aos problemas dos quais eles mesmos são os causadores. Estivemos presente...