Quero dar a minha breve contribuição analisando o evento passado. Muitos de nós soubemos que o Lula alargou a sua estadia, visitando a Sagrada Família no domingo, e somente ficamos sabendo através das redes sociais. Fato que deixou muitos de nós decepcionados, porque havia o desejo de fazer-lhe uma surpresa no hotel como despedida e, também, dar um abraço em um dos presidentes mais admirados — e também porque é o nosso Lula, não é mesmo?
Mas Lula evita esse encontro com a sua base em todas as visitas internacionais e até mesmo no Brasil. Ele não consegue olhar nos olhos dos trabalhadores e do povo, pois tem conhecimento de que este governo tem falhado e não tem atendido a todas as reivindicações pelas quais foi eleito pela terceira vez.
Não elegemos Lula para visitar um evento como este do fim de semana, que reunia sionistas, setores burgueses e colonialistas europeus, como se eles pudessem dar uma resposta aos problemas dos quais eles mesmos são os causadores. Estivemos presentes em um evento opressor que silenciou as vozes daqueles presentes que gritavam pelo fim do genocídio e pediam que os governos latino-americanos rompam imediatamente com o Estado de Israel.
Embora nós não soubéssemos disso e fôssemos motivados apenas ao ver o nosso presidente, Lula sabia exatamente onde estava e que essa reunião, escondendo-se atrás da palavra democracia, de democracia não tinha nada.
Mas continuamos no melhor partido (PT), com história, construído pelos próprios trabalhadores, e seguimos, dentro e fora do Brasil, do lado certo da história, em defesa da nossa emancipação e lutando pela revolução, sem governos de concessões.
Convido todas e todos companheiros para uma reunião de avaliação e para discutirmos como vamos eleger Lula, para que rompa com a burguesia e avance em uma plataforma real para o povo e os trabalhadores.

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